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sexta-feira, 17 setembro, 2021
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Saiba a diferença entre produção orgânica e agroecológica

Não precisa estudar muito a fundo para se ter uma ideia de que comer alimentos livres de venenos é bem melhor para sua saúde, não é mesmo?

Mas para além de nossa saúde, se alimentar de orgânicos e agroecológicos faz bem para o planeta! Porém, há uma pequena diferença no meio de produção desses dois. Continue lendo e descubra qual a diferença entre produção orgânica e agroecológica.

A cada dia que passa, os consumidores estão ficando mais atentos na hora de comprar seus alimentos. Com isso, cresce a busca por produtos alternativos à produção convencional com uso de agrotóxicos, e a produção orgânica e agroecológica vem ganhando força.

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Qual a diferença entre produção orgânica e agroecológica?

Eu diria que a produção agroecológica é um aprofundamento ideológico e prático da agricultura orgânica.

Enquanto a agricultura orgânica se preocupa apenas com a não utilização de agrotóxicos, utilizando apenas herbicidas orgânicos, a produção agroecológica se preocupa com a sustentabilidade do modelo de produção como um todo.

Mesmo na agricultura orgânica ainda se pode ter plantação de monocultura do mesmo produto o ano inteiro. O que mesmo sem contaminar o solo, o lençol freático e as pessoas, continua comprometendo a biodiversidade.

A agricultura agroecológica foi mais fundo nos porquês dos modos de produção e no impacto que nós seres humanos causamos no planeta com a nossa existência, se preocupando sempre além de não causar um impacto negativo, causar um impacto positivo, gerando através da interação humana com a natureza, cada vez mais recurso e energia.

Se alimentar de orgânicos é muito bom. Mas, se alimentar de alimentos agroecológicos é revolucionário!

Quer aprender a cultivar alimentos de forma orgânica e agroecológica? Clique aqui e conheça o curso do Instituto Pindorama.

Thais Canan
Thais Canan é engenheira de alimentos formada pela Universidade de São Paulo (USP). Depois de trabalhar em uma indústria de congelados veganos, decidiu trilhar o seu próprio caminho de forma autônoma. Fez o curso de permacultura no Instituto Pindorama, onde ficou como voluntária por um ano e trocou moradia e alimentação pela sua força de trabalho. Foi lá que desenvolveu seus primeiros produtos a partir do aproveitamento integral da bananeira, que hoje é uma linha de produtos da sua marca. Já trabalhou em projetos do restaurante orgânico Casa Pindorama. Além disso, também em parceria com o Instituto Pindorama, atua como professora de processamento de alimentos.

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